Descrição
Piccadilly Circus é o cruzamento no coração do West End de Londres onde se encontram Regent Street, Piccadilly e Shaftesbury Avenue: um enorme painel de luzes curvo, uma fonte com um arqueiro alado e multidão a qualquer hora, na fronteira de Soho com o bairro dos teatros.
É menos um lugar para estudar e mais um sítio para sentir o pulso da cidade, e um ponto de partida natural: Leicester Square, os restaurantes de Soho e os teatros da Shaftesbury Avenue ficam a poucos passos.
Os letreiros luminosos são o que todos vêm ver. Desde 2017, a publicidade passa em um único painel gigante curvo, no alto do edifício da esquina noroeste. Toda noite, por alguns minutos, ele também exibe pequenas obras encomendadas a artistas.
Em uma esquina fica a Shaftesbury Memorial Fountain, erguida em 1893 em homenagem a Lord Shaftesbury, filantropo e reformador social da era vitoriana. Ela ficava no meio do cruzamento até os anos 1980, quando obras na praça a levaram para o lado.
Em volta da praça, o Criterion Theatre, no lado sul, encena comédias desde o século XIX, e o London Pavilion, antigo music hall, exibe painéis elétricos na fachada desde 1923. Por baixo de tudo corre a estação de metrô, aberta em 1906.
O nome remonta a um alfaiate. No início do século XVII, Robert Baker era famoso por vender piccadills, os colarinhos rígidos então na moda, e sua casa ficou conhecida como Piccadilly Hall. «Circus» significa círculo em latim: um espaço redondo e aberto onde se encontram as ruas.
O cruzamento foi traçado em 1819 com a nova Regent Street de John Nash e perdeu a forma redonda na década de 1880, quando a Shaftesbury Avenue foi aberta. O primeiro letreiro luminoso, da Perrier, acendeu em 1908.
As luzes só se apagam em raras ocasiões, como a morte de Winston Churchill e a da princesa Diana. E o arqueiro alado da fonte? Quase todo mundo o chama de Eros. Na verdade, é seu irmão Anteros.
Os britânicos dizem que um lugar movimentado é «como Piccadilly Circus», e que quem esperar aqui por tempo suficiente vai encontrar todo mundo que conhece. Em 1944, a frota aliada reunida no Canal da Mancha para o Dia D usou o mesmo nome para seu ponto de encontro.
É menos um lugar para estudar e mais um sítio para sentir o pulso da cidade, e um ponto de partida natural: Leicester Square, os restaurantes de Soho e os teatros da Shaftesbury Avenue ficam a poucos passos.
Os letreiros luminosos são o que todos vêm ver. Desde 2017, a publicidade passa em um único painel gigante curvo, no alto do edifício da esquina noroeste. Toda noite, por alguns minutos, ele também exibe pequenas obras encomendadas a artistas.
Em uma esquina fica a Shaftesbury Memorial Fountain, erguida em 1893 em homenagem a Lord Shaftesbury, filantropo e reformador social da era vitoriana. Ela ficava no meio do cruzamento até os anos 1980, quando obras na praça a levaram para o lado.
Em volta da praça, o Criterion Theatre, no lado sul, encena comédias desde o século XIX, e o London Pavilion, antigo music hall, exibe painéis elétricos na fachada desde 1923. Por baixo de tudo corre a estação de metrô, aberta em 1906.
O nome remonta a um alfaiate. No início do século XVII, Robert Baker era famoso por vender piccadills, os colarinhos rígidos então na moda, e sua casa ficou conhecida como Piccadilly Hall. «Circus» significa círculo em latim: um espaço redondo e aberto onde se encontram as ruas.
O cruzamento foi traçado em 1819 com a nova Regent Street de John Nash e perdeu a forma redonda na década de 1880, quando a Shaftesbury Avenue foi aberta. O primeiro letreiro luminoso, da Perrier, acendeu em 1908.
As luzes só se apagam em raras ocasiões, como a morte de Winston Churchill e a da princesa Diana. E o arqueiro alado da fonte? Quase todo mundo o chama de Eros. Na verdade, é seu irmão Anteros.
Os britânicos dizem que um lugar movimentado é «como Piccadilly Circus», e que quem esperar aqui por tempo suficiente vai encontrar todo mundo que conhece. Em 1944, a frota aliada reunida no Canal da Mancha para o Dia D usou o mesmo nome para seu ponto de encontro.