Descrição
A National Portrait Gallery de Londres é um museu de rostos: retratos das pessoas que fizeram a história e a cultura britânicas, de monarcas e poetas aos rostos de hoje. Fica junto à Trafalgar Square, ao lado da National Gallery, e abriu em 1856.
A regra aqui é incomum: os retratos são escolhidos por quem aparece neles, não por quem os pintou. Assim, um autorretrato de Reynolds divide as paredes com curiosidades. O acervo inclui pinturas, desenhos, esculturas, fotografias e caricaturas.
O primeiro retrato a entrar na galeria, em 1856, ainda é o mais famoso: o retrato Chandos, a imagem mais conhecida de William Shakespeare. É mesmo ele? Ninguém pode ter certeza.
Não deixe de ver o retrato anamórfico de Eduardo VI, de William Scrots, esticado de modo a parecer correto só de um ângulo, e o quadro de Branwell Brontë com as irmãs Charlotte, Emily e Anne.
O retrato de grupo da Conferência de Somerset House de 1604 é um documento em si. Uma escultura da rainha Vitória e do príncipe Alberto em trajes medievais é uma curiosidade à parte. Pessoas vivas só foram admitidas a partir de 1969.
A visita começa pela escada rolante da Ondaatje Wing, uma longa subida de dois andares que leva os visitantes direto aos Tudor. Uma grande reforma, concluída em 2023, deu à galeria também uma nova entrada com portas de bronze de Tracey Emin.
As portas trazem 45 retratos de mulheres anônimas. Lá dentro, novas salas contam a história dos Tudor até hoje, e os retratos contemporâneos mudam com frequência, assim como a exposição anual do BP Portrait Award.
A ideia foi de Earl Stanhope, que teve de propô-la três vezes antes de o Parlamento aceitar. Seu busto vigia a antiga entrada, entre Macaulay e Thomas Carlyle. O retrato Chandos foi um presente de Lord Ellesmere, um dos primeiros curadores.
Nos primeiros quarenta anos, a galeria andou por Londres: Westminster, Exhibition Road, depois Bethnal Green. Em 1896 se instalou no edifício atual, pago pelo filantropo William Henry Alexander, ao lado da National Gallery.
A regra aqui é incomum: os retratos são escolhidos por quem aparece neles, não por quem os pintou. Assim, um autorretrato de Reynolds divide as paredes com curiosidades. O acervo inclui pinturas, desenhos, esculturas, fotografias e caricaturas.
O primeiro retrato a entrar na galeria, em 1856, ainda é o mais famoso: o retrato Chandos, a imagem mais conhecida de William Shakespeare. É mesmo ele? Ninguém pode ter certeza.
Não deixe de ver o retrato anamórfico de Eduardo VI, de William Scrots, esticado de modo a parecer correto só de um ângulo, e o quadro de Branwell Brontë com as irmãs Charlotte, Emily e Anne.
O retrato de grupo da Conferência de Somerset House de 1604 é um documento em si. Uma escultura da rainha Vitória e do príncipe Alberto em trajes medievais é uma curiosidade à parte. Pessoas vivas só foram admitidas a partir de 1969.
A visita começa pela escada rolante da Ondaatje Wing, uma longa subida de dois andares que leva os visitantes direto aos Tudor. Uma grande reforma, concluída em 2023, deu à galeria também uma nova entrada com portas de bronze de Tracey Emin.
As portas trazem 45 retratos de mulheres anônimas. Lá dentro, novas salas contam a história dos Tudor até hoje, e os retratos contemporâneos mudam com frequência, assim como a exposição anual do BP Portrait Award.
A ideia foi de Earl Stanhope, que teve de propô-la três vezes antes de o Parlamento aceitar. Seu busto vigia a antiga entrada, entre Macaulay e Thomas Carlyle. O retrato Chandos foi um presente de Lord Ellesmere, um dos primeiros curadores.
Nos primeiros quarenta anos, a galeria andou por Londres: Westminster, Exhibition Road, depois Bethnal Green. Em 1896 se instalou no edifício atual, pago pelo filantropo William Henry Alexander, ao lado da National Gallery.